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	<title>Gazeta do 4º Distrito</title>
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	<description>Jornal do Bairro 4º Distrito - Porto Alegre/RS</description>
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		<title>Zacher critica uso de medidas meramente punitivas nas escolas em casos de bullying</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:30:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O vereador Mauro Zacher (PDT) criticou a decisão anunciada pela Secretaria de Estado da Educação para conter a violência escolar. Segundo o vereador, a secretaria determinou que seja feita ocorrência de todo e qualquer episódio de violência nas escolas.
Mauro Zacher disse que a adoção desse tipo de medida, pura e simplesmente, não soluciona o problema. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_653" class="wp-caption alignleft" style="width: 209px"><img class="size-medium wp-image-653" title="plenário2elson sempé pedroso" src="http://www.gazeta4distrito.com.br/wp-content/uploads/2009/11/plenário2elson-sempé-pedroso-199x300.jpg" alt="Crédito foto Elson Sempé Pedroso/Divulgação CMPA" width="199" height="300" /><p class="wp-caption-text">Crédito foto Elson Sempé Pedroso/Divulgação CMPA</p></div>
<p>O vereador Mauro Zacher (PDT) criticou a decisão anunciada pela Secretaria de Estado da Educação para conter a violência escolar. Segundo o vereador, a secretaria determinou que seja feita ocorrência de todo e qualquer episódio de violência nas escolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Mauro Zacher disse que a adoção desse tipo de medida, pura e simplesmente, não soluciona o problema. Na sua opinião, é preciso enfrentar a situação oportunizando um ambiente melhor para as crianças e jovens, qualificando educadores, levando o debate da violência escolar às famílias e estabelecendo regimentos escolares claros e democráticos. De acordo com o vereador, é preciso que a Câmara intensifique o debate sobre o assunto.</p>
<p style="text-align: justify;">Zacher tem feito palestras gratuitas promovidas pelo Centro de Estudos Trabalhistas em escolas de Porto Alegre e no interior do Estado sobre o tema. Informações podem ser obtidas pelo fone: 3220.4227 ou pelos e-mails <a href="mailto:mzacher@camarapoa.rs.gov.br" target="_blank">mzacher@camarapoa.rs.gov.br</a> e <a href="mailto:cetrab@terra.com.br" target="_blank">cetrab@terra.com.br</a> .</p>
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		<title>Moradores vão acompanhar andamento dos trabalhos</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A Comunidade do 4º Distrito acompanhará de perto a execução das obras de ampliação da rede de drenagem de esgoto pluvial na Avenida São Pedro. Realizado na noite anterior ao início das atividades pela prefeitura, coordenada pelo vereador Mauro Zacher (PDT) e presidente da Associação dos Amigos do 4º Distrito, moradores e empresários também pedirão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_650" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-650" title="REUNIÃO SÃO PEDRO" src="http://www.gazeta4distrito.com.br/wp-content/uploads/2009/11/REUNIÃO-SÃO-PEDRO-300x211.jpg" alt="Crédito foto Milton Gerson/Gazeta" width="300" height="211" /><p class="wp-caption-text">Crédito foto Milton Gerson/Gazeta</p></div>
<p>A Comunidade do 4º Distrito acompanhará de perto a execução das obras de ampliação da rede de drenagem de esgoto pluvial na Avenida São Pedro. Realizado na noite anterior ao início das atividades pela prefeitura, coordenada pelo vereador Mauro Zacher (PDT) e presidente da Associação dos Amigos do 4º Distrito, moradores e empresários também pedirão à prefeitura, como contrapartida aos problemas causados no período da obra, o asfaltamento completo e a implantação da Área Azul na parte de maior concentração comercial – entre a Farrapos e a Benjamin Constant.</p>
<p style="text-align: justify;">No encontro, realizado na Sociedade Gondoleiros, o secretário adjunto do DEP, Sérgio Zimermann, comprometeu-se com a comunidade a analisar caso a caso as eventuais ocorrências. A obra acontece no lado direito da via, no sentido Voluntários/Farrapos. Nos acessos de garagem a empreiteira responsável pela obra deverá disponibilizar placas metálicas que serão colocadas sobre a abertura no solo para a montagem dos blocos de canalização. Os casos mais complicados, de acesso para veículos pesados deverão ser executados nos finais de semana e todos os problemas devem ser comunicados ao DEP.</p>
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		<title>Obra na São Pedro vai beneficiar bairros São Geraldo e Navegantes</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:26:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Desde o dia 15 de julho o trabalho de drenagem do lote 1 da avenida São Pedro, no bairro São Geraldo. Autorizada pelo Departamento de Esgotos Pluviais, a obra vai acabar com os alagamentos crônicos na região, que é extremamente plana e possui redes muito antigas e hidraulicamente insuficientes. Serão beneficiados 23 mil moradores da sub-bacia hidrográfica da Casa de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></p>
<div id="attachment_646" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><strong><img class="size-medium wp-image-646" title="OBRA SÃO PEDRO4_IVO GONÇALVES" src="http://www.gazeta4distrito.com.br/wp-content/uploads/2009/11/OBRA-SÃO-PEDRO4_IVO-GONÇALVES-300x200.jpg" alt="Crédito foto Ivo Gonçalves/Divulgação PMPA" width="300" height="200" /></strong><p class="wp-caption-text">Crédito foto Ivo Gonçalves/Divulgação PMPA</p></div>
<p></strong>Desde o dia 15 de julho o trabalho de drenagem do lote 1 da avenida São Pedro, no bairro São Geraldo. Autorizada pelo Departamento de Esgotos Pluviais, a obra vai acabar com os alagamentos crônicos na região, que é extremamente plana e possui redes muito antigas e hidraulicamente insuficientes. Serão beneficiados 23 mil moradores da sub-bacia hidrográfica da Casa de Bombas 3.</p>
<p style="text-align: justify;">
O lote abrange trecho da avenida Castelo Branco à avenida Farrapos. Serão executados 884,6 metros de galerias pluviais de 1,5 metro por 1,5 metro. Nesta primeira etapa serão investidos R$ 3,6 milhões e a previsão é de seis meses para execução.</p>
<p style="text-align: justify;">A obra da avenida São Pedro também compreende o lote 2, trecho entre a avenida Farrapos e a avenida Benjamin Constant, que terá a execução de 794,70 metros de redes entre tubos de 0,40 metro e 0,60 metro e galerias de 1,5 metro por 1,5 metro. O lote 2 está em licitação e terá investimento aproximado de R$ 2,7 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_647" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><img class="size-full wp-image-647" title="mapa São Pedro" src="http://www.gazeta4distrito.com.br/wp-content/uploads/2009/11/mapa-São-Pedro.gif" alt="Credito Google Maps" width="270" height="185" /><p class="wp-caption-text">Credito Google Maps</p></div>
<p>O investimento total na obra de drenagem da avenida São Pedro alcança R$ 6,3 milhões e a construção de 1.679 metros de redes pluviais entre tubos e galerias.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Porto Alegre + Luz renova sistema de iluminação no 4º Distrito</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:22:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Uma grande conquista está se efetivando. A demanda por melhorias na iluminação pública das ruas do 4º Distrito, tão solicitada por moradores e empresários da região, finalmente está sendo atendida. A troca das luminárias a base de vapor de mercúrio por outras a vapor de sódio está sendo viabilizada pelo projeto Porto Alegre + Luz, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: large;"><span></p>
<div id="attachment_642" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-642" title="ILUMINAÇÃO2_CRISTINE ROCHOL_PMPA" src="http://www.gazeta4distrito.com.br/wp-content/uploads/2009/11/ILUMINAÇÃO2_CRISTINE-ROCHOL_PMPA-300x200.jpg" alt="Crédito foto Cristine Rochol/Divulgação PMPA" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Crédito foto Cristine Rochol/Divulgação PMPA</p></div>
<p></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma grande conquista está se efetivando. A demanda por melhorias na iluminação pública das ruas do 4º Distrito, tão solicitada por moradores e empresários da região, finalmente está sendo atendida. A troca das luminárias a base de vapor de mercúrio por outras a vapor de sódio está sendo viabilizada pelo projeto Porto Alegre + Luz, um projeto da prefeitura de Porto Alegre com recursos do Reluz, do governo federal. Ao todo, 80,5 mil pontos de iluminação serão substituídos gradualmente nos próximos nove meses. A primeira rua beneficiada foi a Santos Dumont, entre as ruas São Pedro e Parque.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: x-large;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: x-small;">Mobilização- </span> </span></span></strong>A mobilização da comunidade em uma audiência pública realizada na Sociedade Gondoleiros no dia 5 de maio, sob o comando do vereador Mauro Zacher e outras lideranças, foi positiva e sensibilizou as autoridades municipais para o atendimento a essa antiga reivindicação. Logo após, no dia 8 de outubro, em reunião do Conselho Comunitário de Segurança Pública do 4º Distrito, o secretário de Obras e Viação Maurício Dziedricki anunciou que o 4º Distrito seria o primeiro bairro a receber o novo equipamento, que é mais eficiente e vai gerar uma economia de 30% no consumo, dobrando a eficiência da iluminação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: x-small;"></p>
<div id="attachment_643" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><strong><span><img class="size-medium wp-image-643" title="DSC03138" src="http://www.gazeta4distrito.com.br/wp-content/uploads/2009/11/DSC03138-300x225.jpg" alt="Crédito foto Milton Gerson/Gazeta" width="300" height="225" /></span></strong><p class="wp-caption-text">Crédito foto Milton Gerson/Gazeta</p></div>
<p>Investimento -</span></strong> O investimento total em Porto Alegre é será de quase R$ 33,5 milhões. O projeto Porto Alegre + Luz ainda a complementação da iluminação em 50 praças e de implementação de um sistema que valorize a iluminação de prédios históricos, monumentos e espaços públicos. Além do 4º Distrito, recebem simultaneamente o novo equipamento os bairros Restinga, Partenon, Sarandi e Centro. Os demais serão contemplados de acordo com cronograma elaborado pela Secretaria de Obras e Viação (Smov)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: x-large;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: x-small;">Vandalismo</span> &#8211; </span></span></strong>Um problema constante que precisará ser enfrentado é o vandalismo recorrente em toda a cidade, mas em especial no 4º Distrito onde se localizam grande parte dos sucateiros que trabalham com a compra de material reciclável, entre eles fios e metais. Comunidade, órgãos de segurança pública (polícia civil e Brigada Militar) e secretarias municipais (Smic) firmaram um compromisso de intensificar a fiscalização e a responsabilização de quem praticar esse tipo de delito.</p>
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		<title>Fiateci dá lugar a empreendimento</title>
		<link>http://www.gazeta4distrito.com.br/2009/11/fiateci-da-lugar-a-empreendimento/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:19:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A área que abriga o complexo industrial da Fiateci &#8211; Companhia Fiação e Tecidos Porto-Alegrense, na rua Voluntários da Pátria, em Porto Alegre, será destinada a um empreendimento imobiliário e comercial, com investimento inicial de R$ 50 milhões. A proposta de reciclagem de uso dos prédios existentes e a construção de edifícios para residências na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_639" class="wp-caption aligncenter" style="width: 416px"><img class="size-full wp-image-639" title="FIATECI" src="http://www.gazeta4distrito.com.br/wp-content/uploads/2009/11/FIATECI.JPG" alt="Crédito: Milton Gerson/Gazeta" width="406" height="238" /><p class="wp-caption-text">Crédito: Milton Gerson/Gazeta</p></div>
<p style="text-align: justify;">A área que abriga o complexo industrial da Fiateci &#8211; Companhia Fiação e Tecidos Porto-Alegrense, na rua Voluntários da Pátria, em Porto Alegre, será destinada a um empreendimento imobiliário e comercial, com investimento inicial de R$ 50 milhões. A proposta de reciclagem de uso dos prédios existentes e a construção de edifícios para residências na área da antiga fábrica já foi aprovada pela Comissão de Análise Urbanística e Gerenciamento (Cauge), da Secretaria do Planejamento Municipal (SPM).</p>
<p>O empreendimento será executado pela Construtora e Incorporadora Rossi, que comprou o imóvel pertencente à Fiateci. &#8220;O projeto prevê a restauração do pavilhão principal e a preservação da chaminé&#8221;, explicou o diretor regional da Rossi, Gustavo Kosnitzer. O empreendimento inclui a construção de um espaço comercial, semelhante a um shopping center, além de supermercado, estacionamento e quatro torres de edifícios, três residenciais e um empresarial. No imóvel, que tem 36 mil metros quadrados, está prevista ainda a construção do Memorial do Tecido para resgatar a trajetória da Fiateci &#8211; referência na história da indústria da Capital.</p>
<p>Kosnitzer acredita que as obras tenham início em 2010, com previsão de conclusão em três anos. A tendência é que a proposta seja analisada na terça-feira pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental (CMDUA). A Fiateci, fundada em 1891, passará a operar em prédio adquirido e recentemente reformado e ampliado na rua Antonio Frederico Ozanan, no bairro São Luiz, em Canoas.</p>
<p>A nova sede, de 8,5 mil metros quadrados, contará com uma moderna estação de tratamento de efluentes e sistema de iluminação natural, que permitirá uma economia de até 30% de energia elétrica.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Apresentação única de Karine Cunha no próximo dia 3</title>
		<link>http://www.gazeta4distrito.com.br/2009/10/apresentacao-unica-de-karine-cunha-no-proximo-dia-3/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 15:07:49 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Gazeta Recomenda]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>

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		<description><![CDATA[Música
 
 
Yá-lé
Yá-lé: palavra em yorubá que significa “mulher favorita”. Esse é o título do espetáculo que Karine da Cunha e Bethy Krieger apresentam no Instituto Cultural Norte Americano no próximo dia 03 de novembro, 20h com ingressos no local. O título faz referência ao tema principal das canções: o universo feminino.
No repertório encontram-se clássicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Música</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<div id="attachment_634" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><strong><strong><img class="size-medium wp-image-634" title="Foto por Luciana Lee" src="http://www.gazeta4distrito.com.br/wp-content/uploads/2009/10/FotoporLuciana-Lee-300x300.jpg" alt="Foto por Luciana Lee" width="300" height="300" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">Foto por Luciana Lee</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Yá-lé</em></p>
<p style="text-align: justify;">Yá-lé: palavra em yorubá que significa “mulher favorita”. Esse é o título do espetáculo que Karine da Cunha e Bethy Krieger apresentam no Instituto Cultural Norte Americano no próximo dia 03 de novembro, 20h com ingressos no local. O título faz referência ao tema principal das canções: o universo feminino.</p>
<p style="text-align: justify;">No repertório encontram-se clássicos da MPB de grandes compositores como Ary Barroso, Pixinguinha, Newton Teixeira, Geraldo Azevedo, entre outros; junto a canções inéditas de Karine da Cunha, compositora e intérprete de Porto Alegre.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada canção retrata a mulher de uma determinada época bem como seu papel de personagem do cotidiano. O feminino é explorado nas letras de diversas formas: com humor como em “Bichinho Mulher” ao falar de vaidade, ciúme, inveja e outros sentimentos comuns aos seres humanos mas que entre as mulheres revelam-se cômicos;com sensibilidade, melancolia e em tom de exaltação como acontece nos clássicos “Rosa” de Pxinguinha e “A deusa da minha rua” de Newton Teixeira e Jorge Faraj; com realismo em “Essa mulher” de Joyce; com criatividade em “Bijus e balangandãs” quando Karine dá vida a brincos, pulseiras, colares e outros acessórios femininos;em “Cunhãs” são ouvidos mais de 100 nomes femininos que representam a humanidade resgatando o poder e a união entre as mulheres, etc. A intenção de cada letra e melodia dão movimento ao espetáculo que embora intimista tem alguns momentos mais festivos onde o público participa refletindo, achando graça, concordando ou não com as posturas das “mulheres cantadas” no palco, entre outras diversas reações.</p>
<p style="text-align: justify;">A base do espetáculo é a voz e o piano que recebem percussões tocadas por Karine, além de ações cênicas que envolvem o uso de acessórios e a movimentação da intérprete pelo local do show. A luz é de Antonio Osório da Rocha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Yá-lé</strong> estreou em 2005 apenas com Karine e em 2006 passou a contar com a participação de Bethy Krieger consolidando o formato voz e piano. Desde então o espetáculo foi apresentado em espaços, projetos e eventos culturais diversos.No palco duas artistas versáteis com longa trajetória na cena musical porto-alegrense e brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Karine Cunha</em></strong>, cantora, compositora e instrumentista com 12 anos de carreira e dois CDs lançados: “Epahei!”(2007) e “Fluida” (2005).Com este último conquistou o Prêmio Açorianos de Melhor Intérprete MPB e com “Epahei” recebeu indicações como Melhor Intérprete, Melhor Compositora MPB e Projeto Gráfico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Bethy Krieger</em></strong>, pianista, compositora, arranjadora e educadora musical, tem 20 anos de carreira e já acompanhou diversos artistas em shows e festivais de música. Integra o ‘ Luizinho Santos Quarteto’ e em 2008 lançou “Pampa y piano” seu primeiro CD instrumental de composições próprias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Endereços na web:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Site oficial: <a href="http://www.karinecunha.com.br/" target="_blank">www.karinecunha.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">Blog oficial: <a href="http://karinecunha.blogspot.com/" target="_blank">karinecunha.blogspot.com</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.myspace.com/karinecunhacompositora" target="_blank">www.myspace.com/karinecunhacompositora</a></p>
<p style="text-align: justify;">Orkut: Karine Cunha Cantora e Comunidade Fãs de Karine Cunha</p>
<p style="text-align: justify;">Vídeos no You Tube – buscar Karine Cunha</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serviços:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O quê: </strong><strong>Y</strong>á-lé – show c/Karine da Cunha &amp; Bethy Krieger</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando:</strong> Terça-feira, 03 de novembro, 20h</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Onde:</strong> Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano (R.Riachuelo, 1257)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quanto:</strong> R$ 30,00 com desconto para sócios e acompanhantes do Clube do Anunciante ZH</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Grupo de Trabalho para o quarto distrito</title>
		<link>http://www.gazeta4distrito.com.br/2009/09/grupo-de-trabalho-para-o-quarto-distrito/</link>
		<comments>http://www.gazeta4distrito.com.br/2009/09/grupo-de-trabalho-para-o-quarto-distrito/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 11:14:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O GT 4º Distrito foi criado na Secretaria de Planejamento Municipal por solicitação da própria comunidade. Tem o objetivo de formular diretrizes, projetos e programas que contribuam para qualificar o espaço urbano de forma ordenada e planejada, buscando o desenvolvimento sustentável da região e melhoria da qualidade de vida.
Área de atuação- os estudos enblobam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O GT 4º Distrito foi criado na Secretaria de Planejamento Municipal por solicitação da própria comunidade. Tem o objetivo de formular diretrizes, projetos e programas que contribuam para qualificar o espaço urbano de forma ordenada e planejada, buscando o desenvolvimento sustentável da região e melhoria da qualidade de vida.</p>
<p><strong>Área de atuação</strong>- os estudos enblobam a área que vai da Estação Rodoviária, seguindo pela Rua Voluntários da Pátria, um eixo estruturador com grande potencial de renovação, até o Bairro Humaitá, onde se localizará a Arena do Grêmio.</p>
<p>A região tem sido alvo de grandes investimentos públicos, tanto em infraestrutura (conduto forçado Álvaro Chaves) como em habitação (PIEC) e estruturação viária (prolongamento da Rua Voluntários da Pátria, duplicação da Dona Teodora, Viaduto Leonel Brizola e o projeto para conexão do anel viário da BR 448, chamada de Rodovia do Parque, com a BR 290, a Fre-way.</p>
<p>Também há várias ações do setor privado em andamento ou previstas para a região, tais como:</p>
<p>•Empreendimento Residencial &#8211; Incorporadora Rossi S/A.- Bairro Humaitá (em venda 1.400 unidades habitação coletiva/ junto ao Parque Mascarenhas de Morais).</p>
<p>•Empreendimento Residencial-Construtora Cádiz &#8211; Bairro São Geraldo / av Polônia (em venda 2 prédios de habitação coletiva- 8 pav / 1,2 e 3 dormitórios).</p>
<p>•Empreendimento Residencial -Constr. Incorporadora Espaço Novo &#8211; Bairro Navegantes rua Com. Tavares, 181 (em venda/ prédio habitação coletiva-8 pav / 2 dormitórios + box).</p>
<p>•Projeto Fiateci-Vonpar/ Rossi Incorporadora Área da FIATECI (em estudos)-Bairro São Geraldo ( 1 prédio comercial e 4 prédios residenciaiais de 17 pav / 2 e 3 dormitórios).</p>
<p>•Projeto Grêmio (complexo multifuncional:arena,hotel, centro de convenções, prédios de habitação coletiva e shopping center). Também ainda em fase de estudos.O Projeto Arena tem um Termo de Compromisso, que foi assinado em 18 de março de 2009.</p>
<p>Uma área com 34 ha foi doada pelo Estado à Federação dos Círculos Operários do RS, permitindo o uso por parte do Grêmio. Outra área foi doada à Federação, na Restinga, onde a escola que funciona no local atualmente passará a ocupar.</p>
<p>De acordo com a Fundação de Economia e Estatística (FEE) o empreendimento aumentará em mais de 68 milhões o ICMS do RS e abrirá 45 mil empregos diretos e indiretos. A proposta prevê um estádio com capacidade para 50.000 espectadores (área de 175.000 m²); shopping center; centro de eventos; hotel; um conjunto habitacional e um centro empresarial.</p>
<p><strong>Previsõesdo GT para 2009</strong> &#8211; tendo como horizonte a Copa de 2014, o GT 4º Distrito está priorizando estudos para a elaboração do Projeto Urbano de duplicação para a Rua Voluntários da Pátria (trecho entre a Rodoviária e a Ponte do Guaíba). Uma das propostas é a reciclagem de uso de prédios existentes ao longo da via (inventariados e listados como de interesse cultural) adaptando-os para uso residencial e/ ou comercial.</p>
<p>É uma das formas de revitalizar o 4º Distrito.</p>
<p>O projeto urbanístico está sendo elaborado por um grupo intersecretarias, com a coordenação do GT 4º Distrito, em parceria com a SECOPA, contemplando projetos de paisagismo, viário, cicloviário , acessibilidade, infraestrutura, iluminação, mobiliário urbano</p>
<p>e preservação do patrimônio cultural.</p>
<p>Também em parceria com o GT Orla estão sendo elaborados um diagnóstico e diretrizes para a Orla Norte do Guaíba, região onde está situada a antiga Doca Turística.</p>
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		<title>Comunidade do 4º Distrito debate segurança pública</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 11:12:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Insegurança e medo foram palavras recorrentes utilizadas por empresários e moradores da região do 4º Distrito, durante audiência pública (AP) realizada na noite desta terça-feira (5/5), na Sociedade Gondoleiros, bairro Navegantes. Eles reclamaram aos vereadores e autoridades da área da segurança pública da falta de policiamento ostensivo, os frequentes assaltos a moradores e estabelecimentos comerciais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Insegurança e medo foram palavras recorrentes utilizadas por empresários e moradores da região do 4º Distrito, durante audiência pública (AP) realizada na noite desta terça-feira (5/5), na Sociedade Gondoleiros, bairro Navegantes. Eles reclamaram aos vereadores e autoridades da área da segurança pública da falta de policiamento ostensivo, os frequentes assaltos a moradores e estabelecimentos comerciais e problemas com o narcotráfico. A AP, solicitada por integrantes da comunidade, foi aberta pelo presidente da Câmara, vereador Sebastião Melo (PMDB), e conduzida por Mauro Zacher (PDT).</p>
<p>Presidente da Associação Benjamin Constant, Sílvio Belbute frisou que os problemas com a segurança pública devem ser enfrentados por todas as instâncias governamentais, uma vez que os problemas são gerais. “Muitas causas são sociais, com moradores em situação de rua em vários locais. Mas também enfrentamos a falta de policiamento. Falta integração dos órgãos envolvidos na segurança”, disse Belbute ao destacar, do mesmo modo, a necessidade de realizar um “ataque efetivo ao narcotráfico”.</p>
<p>Carlos Alexandre Tanski, empresário da região, relatou que há um abandono geral de uma região que, segundo ele, é fundamental em diversos setores da Capital. “Cerca de 40% da industrialização da cidade é aqui. Temos alta concentração bancária na região e sentimos a falta de efetivo da Brigada Militar de forma permanente”, disse. Para Ana Maria Fulginiti, moradora, os marginais estão se escondendo na Praça São Geraldo. “Assaltam o comércio do bairro e se escondem lá. Todos sabem onde se escondem, além de utilizarem drogas. A praça precisa de iluminação e guarda municipal 24 horas”, reivindicou.</p>
<p><strong>Autoridades</strong></p>
<p>O delegado Flávio Conrado informou que assumiu a Delegacia de Polícia (DP) da área há 20 dias. Ele determinou ao chefe de investigação o monitoramento de traficantes e gigolôs na região, e incluiu o monitoramento da clientela. Ressaltou que é importante que agentes municipais sejam parceiros em notificações. &#8220;A Polícia trabalha com informação e inteligência, por isso é importante a participação dos agentes públicos”, ponderou.</p>
<p>Pela Brigada Militar (BM), o capitão Marcelo Giusti, comandante da 4ª Cia do 9º BPM, registrou que existem dois ambientes que são meios de propagação de crimes e contravenção, em especial o tráfico de drogas: moradores de rua e prostituição. Apontou problemas ligados à Vila dos Papeleiros e ações da companhia na repreensão aos domínios do tráfico. “São muitos os problemas sociais. Por isso precisamos preservar à ordem social junto às comunidades como a do 4º Distrito em parceria com a BM”, ressaltou. Giusti também pediu a inversão no sentido de algumas ruas, iluminação pública – em especial no bairro São Geraldo –, e a poda de algumas árvores que atrapalham a luminosidade.</p>
<p>Representando a Guarda Municipal, o agente Paulo Oliveira colocou a limitação constitucional de policiamento ostensivo e investigativo, mas ressaltou que é função da instituição estar nos próprios municipais e na patrulha de parques e praças de Porto Alegre. Ele falou dos problemas de efetivo da corporação, que impedem a instituição de atender às demandas da cidade. “Estamos em praças com pessoas em situação de rua, especialmente com trabalho preventivo. Temos que auxiliar as forças policiais”, lembrou. Paulo observou que há concurso público em andamento e tem a expectativa de contar com mais 60 agentes ainda em 2009. “A Guarda tem, sistematicamente, abordado pessoas que moram nas ruas e as encaminha para abrigos e assistência social”, finalizou. O agente comprometeu-se, ainda, em dar atenção a Praça São Geraldo.</p>
<p>Para o vereador Mauro Zacher (PDT), são bons os resultados da AP. &#8220;Os relatos dos moradores e empresários aqui dados avançam na questão. A comunidade sabe das suas comunidades e de seus compromissos”, enfatizou. Destacou que o bairro São Geraldo já fez posto para a BM, uma DP e ainda não foram obtidos resultados efetivos. “Vamos traçar uma agenda para enfrentar este problema. Precisamos de estratégias para combater a criminalidade com um conjunto de ações, não só da Brigada, Polícia Civil e Guarda Municipal, mas com os órgãos convidados que não compareceram nesta audiência, como SMOV, EPTC e FASC”, criticou.</p>
<p>Adeli Sell (PT) sugeriu que os vereadores reforcem o trabalho do delegado e do capitão. Ele irá solicitar pedidos de providências às autoridades municipais e pediu que Zacher coordene um grupo para levar os assuntos, por exemplo, à governadora Yeda Crusius. Também participaram da AP os vereadores Airto Ferronato (PSB) e Carlos Todeschini (PT). Líderes de associações, ONGs, empresários e diversos moradores igualmente se fizeram presentes ao encontro.</p>
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		<title>NELSON COELHO DE CASTRO</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 05:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fatos da Cidade]]></category>

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		<description><![CDATA[NELSON COLEHO DE CASTRO
por Paulo Pruss
.
Outro freqüentar assíduo da esquina, Nelson Coelho de Castro, músico gaúcho que podemos chamar de porto-alegrense de fé, jornalista por formação, foi um dos produtores do Programa Portovisão na antiga Televisão Difusora, programa inovador que alcançava o primeiro lugar no IBOPE no horário do meio dia na televisão do Rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>NELSON COLEHO DE CASTRO</strong></p>
<p>por Paulo Pruss</p>
<p>.</p>
<p>Outro freqüentar assíduo da esquina, Nelson Coelho de Castro, músico gaúcho que podemos chamar de porto-alegrense de fé, jornalista por formação, foi um dos produtores do Programa Portovisão na antiga Televisão Difusora, programa inovador que alcançava o primeiro lugar no IBOPE no horário do meio dia na televisão do Rio Grande do Sul, neste mesmo programa, trabalharam, Clóvis Duarte, Fogaça, etc, foi uma espécie de lançamento de várias pessoas na TV local, um escola, mesmo já com sucesso como produtor, abandonou a carreira de jornalista para se dedicar inteiramente a música, enfrentando todas as dificuldades da época para viver somente da carreira de músico.</p>
<p>Em 1974 no festival do colégio Parobé ganha o Prêmio  comunicação, vários prêmios no Musipuc, importante festival, que a rádio Continental AM, sempre ligada ao movimento cultural de Porto Alegre,  transmitia ao vivo.</p>
<p>Faz sua estréia nas famosas Roda de Som de Carlinhos Hartlieb em 1975, mais tarde termina a faculdade de jornalismo e em 1977 faz seu primeiro espetáculo E o crocodilo chorou com sua banda Olho da Rua.</p>
<p>Participa do primeiro disco de música popular de Porto Alegre no de 1978 o antológico Paralelo 30, faz sucesso com a música Rasa Calamidade, que faz um retrato da Vila Cruzeiro do Sul, sua miséria e sua luta.</p>
<p>Sempre inovando, lança o primeiro disco independente do Rio Grande do Sul, o dinheiro para este projeto  é arrecadado com a venda de bônus, que era a venda do disco antecipada, a estes compradores Nelson os chamou de cooprodutores e tiveram seus nomes na contracapa do disco, a relação termina como não poderia deixar de ser, pelo menos em se tratando de Nelson Coelho de Castro, com cidade de Porto Alegre, somente este disco mereceria um estudo isolado pela importância do fato,  sobre este disco ele declarou “fiz o primeiro disco independente gaúcho em 1981, era isso ou ir embora, e eu quis fazer aqui mesmo. Fico orgulhoso pelo que aconteceu – não por   Ter feito o primeiro, mas por ter demonstrado aos demais artistas que este caminho era possível.  Um incentivo para eles fizessem os seus. E foi o muitos passaram a fazer” (do livro Gauleses irredutíveis).</p>
<p>As músicas Armadilha e Zé – aquele tempo do Julinho fizeram bastante sucesso, esta última, segundo  Mauro Borba, tornou-se um espécie de hino da rapaziada que estudou no Colégio Estadual Júlio de Castilhos, “Aquele tampo do Julinho, eu jamais vou esquecer, eu pensei que era um filme, eu jamais irei me ver&#8230;”</p>
<p>Já armadilha, criada juntamente com Dedé Ribeiro, fez parte da trilha do filme Verdes Anos, rodado totalmente em Porto Alegre e grande sucesso local, “ Falta pouco tempo eu sei, mas quando a gente é pequeno, o tempo custa pra passar, também a gente pode crescer,&#8230;</p>
<p>Sobre este disco Nelson  escreveu no encarte:</p>
<p><em>“ daí tudo ficou como antes – e pior e um dia, di manhã, eu conto&#8230; ficamos assim olhando tudo e espelhos e não tem nada – vamos fazer um lance pois era uma idéia e uma vontade boa, para isso Santana, Plauto, Zézinho e mais os que já estavam perto – Antonio e Suzana, Oscar, Paulinho, Júnior e Paulino. A gente foi aqui para casa, ensaiamos algumas coisas, conversamos e tomamos cervejas no Gabriel. O Gelson e o André pintaram pelas mãos do Zézinho. O Martins encontro na Getulio, outra pessoa, que pinta como o galo que canta, é o Valdir, era quase inverno, como agora quase não é mais, doutra vez o Plauto chegou com uma folha e escreve os arranjos para flauta. Aí ele faz mais e depois mais&#8230;até a gente não conseguir segurar o que ele fazia  “tá bom neguinho!” e também a emoção de escutá-lo assim tão próximo. Assim fomos para o estúdio, gravar músicas, talvez, outras, outras, talvez. Aqui no Cristal vê-se o rio e o mundo, duas coisas diferentes – até mesmo quando se chora di paixão – e não estou di nada quando chove e sonhamos e estou. Quando era noite fria o Oscar nos deixou conhaque, o Mitchell queria bolinos e o Marquinhos disse que não estava cansado. Quando gravamos Zé, tempo do Julinho, foi outra emoção, cantamos dí mão dadas, sempre pensei no disco como uma coisa mágica, o girar do prato daquele mistério negro, o selo azul, verdi, cor di vinho e o encanto dos cantores e cantoras ali dentro do disco, para sempre e para sempre ali dentro, que coisa mais maluca, eu não tinha 4 anos, tinha cinco e eu não me lembro, eu só recordo, pois tem aquela coisa di que lembrança é uma coisa e recordação é outra e eu tenho mesmo é recordação, mas tri pertinho di agora, quando é hoje, o desejo deste prazer é o mesmo, tão igual e absoluto.</em></p>
<p><em>Quando foi outro  dia, depois do depois di muito tempo, história do Brasil, e do que não sei mais, mixamos. O Santana resmungou que era aquilo mesmo e eu acreditei  em tudo, daí, pinta outro lance o dos bônus, eu quase duvidava, mas a Lica sempre assoprava um louco “vai dá sim” ao meu sexto desespero, que virava nada.</em></p>
<p><em>Agora, no solitário agora, não sei se falo que foi tudo bonito e tínhamos poucas horas di estúdio&#8230; assim está e nada verá di graça nesta manhã, pois tudo isto durou um ano e vocês vão acreditar, né?</em></p>
<p>Ao disco, um nome, Antonio falou que Juntos fechava todas, então juntos, nesse Juntos um beijo a todos que levaram fé di uma maneira ou de outras</p>
<p><em>Acho que deu, e assim estou e estamos, Juntos.</em></p>
<p><em>Nelson Porto Alegre, setembro de 1981.”</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Já corria o ano de 1983 em que também venceu o primeiro Festival Latino Americano da Canção, também recebe o prêmio Tibicuera com o musical infantil Cidade do Lugar Nunhum e estoura nas rádios o sucesso Vim Vadiá.</p>
<p>É, negadinha, é a verdadeira história de Porto Alegre.</p>
<p>Mas antes do primeiro LP independente do Rio Grande do Sul, Nelson tinha seu lançado seu primeiro disco,  em 1979, o compacto  Faz a Cabeça,   com a música de mesmo nome, trazendo  referências ao retorno de Brizola do exílio,</p>
<p>“ Faz, faz a cabeça, faz com cachaça, faz a razão Mas toma cuidado</p>
<p>Com a folia da situação Faz, faz a cabeça, com qualquer coisa- o coração</p>
<p>Mas toma cuidado, Com a folia da situação</p>
<p>Se foi por causa de nós que este bandido fugiu Nós sai dando atrás dele</p>
<p>Faz ele voltar pro Brasil História que ele vai vim, Vai tremer cem os boneco daqui</p>
<p>Nós não somo pelego e nem cheremo a jasmim(vê só o fedor se diz que faz&#8230;)</p>
<p>Não, não custa mentir Dizer que vai tudo feliz Nós tem vergonha na cara</p>
<p>Nós beija na cicatriz Não, não vai ter lero Se o cara vim pro comi e dormi</p>
<p>Se vim prometer ração, nós vai dar ferrão Vai fazer cumprir história que ele vai vir, vai tremer com os bonecos daqui”</p>
<p>na época da Anistia, muitos brasileiros voltaram aos pagos.</p>
<p>Nelson, conforme ele diz vestiu a camiseta de Porto Alegre e em suas letras canta sistematicamente os bairros da cidade, exemplo disso está nas músicas Cristal e Sertório, entre outras. Foi um dos maiores batalhadores da Cooperativa dos músicos de Porto Alegre.</p>
<p>Nunca admitiu se mudar de Porto Alegre, mesmo sofrendo o ônus de não ter ido para São ou Rio e esta atitude ter significado falta de sucesso ou não ter dado certo. Vários prêmios em sua carreira, Açorianos de melhor música infantil em 83, melhor trilha para teatro em 1985, melhor compositor, melhor disco de MPB e melhor disco do ano de 1997, CD Verniz da Madrugada, melhor espetáculo do ano e disco do ano com “Juntos ao Vivo” juntamente com Totonho Villeroy, Bebeto Alves e Gelson Oliveira, também foi vencedor do primeiro Musicanto e na décima edição esta mesma música, No Sangue da Terra Nada Guarani,  foi escolhida por voto popular e melhor canção de todas as edições.</p>
<p>Recebeu a medalha de Porto Alegre na 42ª edição da semana de Porto Alegre, foi também membro titular do Conselho Estadual de Cultura.</p>
<p>DISCOGRAFIA:  (até o lançamento desse livro)</p>
<p>• Paralelo 30 (ISAEC, 1978)</p>
<p>• Faz A Cabeça (single) (ISAEC, 1979)</p>
<p>• Juntos (Independente, 1981)</p>
<p>• Nelson Coelho de Castro (RGE, 1983)</p>
<p>• Força D&#8217;Água (ARIOLA, 1985)</p>
<p>• Veniz da Madrugada (Independente, 1996)</p>
<p>• Juntos Ao Vivo, com Bebeto Alves, Gelson Oliveira e Totonho Villeroy (RBS Discos, 1998)</p>
<p>• Coletânea (Barulinho, 2000)</p>
<p>• Paralelo 30 – Ontem e Hoje (Unisinos, 2001)</p>
<p>• Da Pessoa (Independente, 2001)</p>
<p>• Cartografia Musical Brasileira (vários artistas)(Itaú Cultural, 2001)</p>
<p>• Juntos 2 – Povoado das Águas (Atração Fonográfica, 2002).</p>
<p>Nelson Coelho de Castro tem um público cativo, e isto é um resumo de um dos maiores autores e músico desta cidade, este brilhante artista pode e deve ser considerado tranqüilamente o Artista da Cidade.</p>
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		<title>Cenário &#8211; Agosto</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 04:06:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cenário]]></category>

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		<description><![CDATA[NO BOM FIM
É impressionante como o pedestre que circula pelo bairro precisa fazer uma verdadeira corrida de obstáculos, isto se falando em uma pessoa com todas as suas faculdades físicas, porque um portador de necessidades especiais, por exemplo, ainda corre mais riscos. Falo disso porque a situação das calçadas no bairro é lamentável. E não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify; text-indent: 20px;"><strong>NO BOM FIM</strong></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 20px;">É impressionante como o pedestre que circula pelo bairro precisa fazer uma verdadeira corrida de obstáculos, isto se falando em uma pessoa com todas as suas faculdades físicas, porque um portador de necessidades especiais, por exemplo, ainda corre mais riscos. Falo disso porque a situação das calçadas no bairro é lamentável. E não é apenas na Avenida Osvaldo Aranha. Nas transversais os problemas se repetem, com desníveis entre prédios, falta de padronização e o pior, muito, mas muito cocô de cachorro. Caminhar em linha reta é algo impossível. Assim como estamos incentivando, através do FALA BOM FIM, uma campanha de melhoria da iluminação e também para que os moradores não dêem esmolas e comida para moradores de rua (Esmola não é ajuda), vamos preparar uma grande cruzada contra o mau estado das calçadas e a má educação de alguns – felizmente não são todos – proprietários de animais de estimação que emporcalham nossas ruas. Fica aqui o recado antecipado. Se liguem!</p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 20px;"><strong>NO RIO GRANDE</strong></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 20px;">Lamentável também o período obscuro pelo qual passa o nosso Estado. Sem entrar no mérito das acusações que pesam sobre a governadora e sobre pessoas da sua relação profissional, quem perde é a população. O desgaste gradual da administração estadual só enfraquece as relações comerciais institucionais do Rio Grande do Sul. Investimentos previstos, por certo, com o impasse político em que vivemos, deverão repensar seu destino. Outros que visualizam um porto seguro, mudarão o foco. Afinal, quem quer investir em um Estado com indefinição político-administrativa. Só louco meu, como diriam os paulistas, ou nem pensarrr, como arrastariam os erres cariocas, ou ainda nem me fale bichinho, os nordestinos, ou ai não, uai, como falariam os mineiros. Todos devem estar nos secando para abarcar possíveis investimentos que por ventura viriam para o Sul. Sai pra lá olho gordo. É preciso afastar os Zeca Pimenteiras de plantão.</p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 20px;"><strong>NO BRASIL</strong></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 20px;">E se no Rio Grande do Sul o problema é com o Executivo, no país, o governo ri sozinho da desgraça alheia, leia-se crise do Senado. As nossas grandes figuras parlamentares de outrora, como Getúlio Vargas, Darcy Ribeiro, Jefferson Peres, Afonso Arinos e tantos que passaram por aquela casa legislativa devem estar se remoendo onde estiverem. Triste realidade protagonizada por chupins da politica brasileira que não desgrudam de seus interesse pessoais em detrimento maior da Nação. E infelizmente, não serão os discursos extemporâneos de alguns, que depois se recolhem a sua insignificância, que resolverão essa crise, que é muito mais de identidade ideológica da política brasileira do que do próprio Senado. Ali, apenas um reflexo da falta de lastro que os nossos políticos, na sua maioria – há excessões, ainda bem – têm para com a máxima de agir em nome da coletividade. Mas ainda temos um Dom Quixote, incompreendido, com seu discurso e idéias fixas de que o grande problema desse país é a falta de Educação. Um herói da resistência, que com sua simplicidade, sua aparência as vezes até um tanto desleixada – o que demonstra preocupar-se mais com o outro do que consigo mesmo. Seu nome: Cristovam Buarque. Não se dobrou ao governo, não se dobra a tropa de choque que tomou conta do Senado e, mesmo que isoladamente, luta por um Brasil melhor. Parabéns senador Cristovam, é de homens como o senhor que sabe o que se passa na planície que o país precisa. Lamento, entretanto, que dificilmente o senhor vencerá em sua luta frente a um poder absoluto que se instalou no Planalto. Ao menos enquanto a Nação brasileira não despertar desse verdadeiro “boa noite cinderela” que nos adormece em berço explêndido.</p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 20px;"><strong>NO MUNDO</strong></p>
<p style="text-align: justify; text-indent: 20px;">No dia 7 de agosto, completaram-se xxxx anos do ataque atômico a cidade japonesa de Hiroshima, e no dia 9 de agosto, a vizinha Nagasaki completaram 64 anos. E parece que a humanidade ainda não aprendeu a lição retirada das mais de 200 mil mortes – mais de 90% de civis &#8211; daquele triste episódio de nossa história. Na verdade o mundo carece de um pacto pelo fim das armas nucleares. Santa utopia. Realidade que, acredito, nem a minha nem as próximas gerações deverão presenciar. Aliás, é impressionante essa capacidade do ser humano em se autodestruir. Armas nucleares, químicas – muitas das quais acabam por fugir ao controle e lançar sobre a humanidade pestes como a Gripe Suína, além da verdadeira devassa que se faz ao ambiente natural, nossa maior riqueza e que se esvai como areia fina por entre os dedos das mãos. Mais uma vez, constatamos a falta de Educação, agora não mais no Brasil, apenas, mas no mundo todo. Acho que podemos ir mais longe, é um problema mundial. Mas daqui para a frente é melhor deixar esse papo para profissionais da sociologia, filosofia, psicologia e psiquiatria, porque a constatação é obvia: Tem muito louco solto por ai!</p>
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